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Eugênio Aragão foi crítico à Lava Jato e cobrou um maior controle das ilegalidades ocorridas pelos órgão jurisdicionados. Foto Marcelo Auler

EXCLUSIVO

Marcelo Auler

Eugênio Aragão foi crítico à Lava Jato e cobrou um maior controle das ilegalidades ocorridas pelos órgão jurisdicionados. Foto Marcelo Auler

Eugênio Aragão foi crítico à Lava Jato e cobrou um maior controle das ilegalidades ocorridas pelos órgão jurisdicionados. Foto Marcelo Auler

Uma seleta plateia de pouco menos de cem pessoas, composta basicamente por alunos e professores da Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) presenciou Eugênio Aragão, subprocurador da República e ex-ministro da Justiça da presidente afastada Dilma Roussseff, analisar criticamente a crise no país provocada pela Operação Lava Jato. No debate promovido pela professora Margarida Lacombe Camargo, ele abordou o tema “O Ministério Público na crise de 2016“.

Foi na segunda-feira, (13/06) quando, por aproximadamente três horas, expôs suas ideias, muitas delas que provocarão polêmica, sem cansar os ouvintes – poucos saíram antes do final – e acabou recebendo aplausos e elogios pela maneira franca, dura e às vezes sarcástica, com que analisou o momento político do país e, obviamente, a Operação Lava Jato:

Todo mundo fica caladinho. Do Moro você não pode falar mal, se você falar mal da Lava Jato, vira sacrilégio. E aí, pronto, você já está sujeito a levar uma chapuletada…. Infelizmente“.

Ataque aos métodos – Antes que alguns mais afoitos corram a apontá-lo como candidato a coveiro da Lava Jato e do combate à corrupção, deixa-se claro que ele não se posicionou contra o combate à corrupção, mas foi bastante crítico à maneira como isto está acontecendo. Classificou, por exemplo, de ilegais, as gravações que estão sendo feitas por envolvidos como forma de se beneficiar, através das delações premiadas; criticou os vazamentos de gravações, como das conversas privadas da ex-primeira dama Mariza Letícia da Silva;

Uma seleta plateia, composta de alunos e professores da Faculdade de Direito , além de dois procuradores da República, assistiu Eugênio Aragão falar por cerca de três horas. Foto Marcelo Auler

Uma seleta plateia, composta de alunos e professores da Faculdade de Direito , além de dois procuradores da República, assistiu Eugênio Aragão falar por cerca de três horas. Foto Marcelo Auler

Cobrou dos órgãos jurisdicionais,uma posição mais firme diante destas ilegalidades; criticou – e muito – seus próprios colegas do Ministério Público Federal, e até mesmo a forma de escolha pelos governos do PT do Procurador Geral da República – através de eleição “corporativa”; também não passou em brancas nuvens a atuação da Polícia Federal tendo, em certo momento, deixado claro que seu antecessor no ministério da Justiça, José Eduardo Cardoso, poderia ter agido mais firmemente com relação à instituição.

Defendeu a necessidade de se despolitizar o Supremo Tribunal Federal e de que a sociedade mantenha um controle sobre seus ministros; alertou para o risco à economia não apenas do Brasil, como de toda a América Latina, com a possível quebra das empresas de construção civil brasileiras.

Em um dos pontos que certamente gerará polêmica, Aragão citou o estudo de um economista do Banco Mundial no qual seu autor defende que:

“às vezes, até, para certo tipo de corrupção, você tem que ser leniente (…) em alguns estados extremamente burocratizados, com alto custo da economia, uma tese de que um certo nível de corrupção funciona como graxa  nas engrenagens e bota a economia para funcionar“.

Ao lembrar este estudo – frisando sempre que esta defesa é do ponto de vista econômico, jamais ético ou juridicamente falando – ele criticou seus colegas que vangloriam-se de terem internalizado valor altos, como R$ 2 bilhões, mas  sem notarem que geraram prejuízos muito maiores ao paralisarem economicamente o país. Para ele, toda a crise gerada teve um único objetivo:

“Tirá-la (a Dilma) do poder. Tirar o PT do poder. Não tenho dúvida nenhuma disso“.

Esclarecimento e agradecimento – O editor do blog foi o único jornalista presente à palestra que era aberta ao público e foi devidamente anunciada. Gravamos em áudio quase toda a fala do ex-ministro e fizemos algumas filmagens, muitas delas com problemas técnicos que devem ser atribuídos ao amadorismo de quem as filmou. Desde já nos desculpamos com todos por defeitos que surgirão, mas que mantivemos para evitar maiores cortes. Assim como lamentamos não ter filmado outros trechos do encontro. A edição destes vídeos coube ao experiente repórter fotográfico Américo Vermelho (*) a quem renovamos nossos agradecimentos. O áudio da palestra está sendo compilado pela jornalista Lara Vieira Faria, a quem também agradecemos a colaboração. Os assuntos abordados serão publicados em diversas reportagens, a partir desta quinta-feira (16/06).

No início da semana em que veio à público a integra da delação premiada feita pelo ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, o ex-ministro foi bastante crítico com as gravações que o político fez junto a outros colegas parlamentares e ao ex-presidente José Sarney. Ele parte da constatação que estas gravações não foram tiveram o objetivo de serem usadas na defesa de Machado –  única hipótese em que o Supremo Tribunal Federal considera válidas. Na verdade, atenderam à necessidade do Ministério Público Federal, sendo feitas para beneficiar quem as gravou com a diminuição da pena. Por isso, segundo Eugênio, precisariam de autorização judicial prévia, sem o que correm o risco de serem provas nulas.

Questionando as delações – Suas críticas, porém, começam com as delações premiadas. Lembra que elas são feitas debaixo de torturas psicológicas e, por serem obtidas sob tortura pela lei não têm validade judicial. Reclama que a Lava Jato não se preocupa com isto.

É curioso, porque a medida que você coloca as pessoas suspeitas em custódia e deixa elas mofarem lá dentro para abrir a boca, elas acabam entregando até a mãe. Principalmente se essa pressão é acompanhada também pela destruição da reputação da pessoa pela imprensa e pressões em cima da família, então não tem ninguém que resista. As pessoas começaram a “cantar”, como se dizia na linguagem da ditadura militar, começaram a “cantar” como se estivesse em um pau de arara“.

Na sua análise, ele vai além e questiona:

Até que ponto você pode usar o confinamento de uma pessoa em uma cadeia, para ele falar? Uma coisa é a pessoa falar por, naturalmente, ter receio da consequência dos seus atos, porque a Justiça já sabe de quase tudo e ele não vai escapar de uma sanção e ele gostaria de diminuir a sua sanção. Outra coisa é quando o sujeito não disse nada, ele sabe que a Justiça não sabe de nada e a Justiça o confina, sine die, dentro de uma cela, para ele “cantar”. Se faz isso com os poderosos, imagina o que faz com o pequeninho. O poderoso fica na cadeia dois a três meses, o pequeninho vai direto para o pau de arara“. (ouça no vídeo)

Não há ganho para a democracia – Ele também questionou a legalidade de gravações como as que Sérgio Machado fez com políticos como Renan Calheiros, José Sarney e Romero Jucá, embora sem citar o nome de nenhum deles. Atentou para um detalhe do prejuízo para o Estado Democrático de Direito.

Existe muito, atrás disso, a aparência de um baixo nível de ética pública, condenável. Porque, o estado se valer do maucaratismo de uns, que vão ali, sorrateiramente, gravando seus amigos, para entregá-los à polícia, isso de alguma forma estimula o estado policial. Estimula o estado  policial de uma forma que hoje, por exemplo, em Brasília, as pessoas têm medo de falar, até no celular, até com seus amigos (…) do ponto de vista da democracia, isto não foi nenhum ganho“. (ouça no vídeo)

Logo depois, ao avançar neste assunto, expôs seu entendimento de que estas gravações devem ser desconsideradas como provas, pois não foram feitas com o objetivo de defesa de quem as gravou, mas em um trabalho encomendado pelo Ministério Público. Por isso, são provas ilícitas. Ele diz Machado serviu como uma “longa-manus” do Ministério Público, e nesse caso, seria necessário autorização judicial:

Se você é uma longa-manus do Ministério Público, só pode fazer o que a lei autoriza a fazer e a autorização está condicionada a uma autorização judicial.para escuta. Se não tiver autorização judicial para escuta, babau,  não vale isso. Mas hoje ninguém mais está preocupado com isso. basta a escuta em si, e não o processo em que a escuta foi obtida“. (ouça no vídeo)

 Estratégia de desconstrução de reputação – Ao abordar os vazamentos das gravações feitas com ou sem autorização legal, ele apontou a estratégia de desconstrução de reputação das pessoas. Citou a divulgação do grampos feitos nos telefone da ex-primeira dama, Mariza Letícia, em que captaram ela falando com o filho, momento em que além de utilizar palavrões, fez críticas aos coxinhas. O ex-ministro lembrou que, pela lei, gravações como estas não podem ser usadas e deveriam ser destruídas, não divulgadas. Em seguida ele cobra:

Isso é criminoso. Isso é para destruir reputações. Cadê o procurador-geral da República? Cadê o Supremo Tribunal Federal? Cadê os órgãos jurisdicionais se opondo a este abuso? Não, todo mundo fica paradinho. Do Moro não se pode falar mal. Se você falar mal da Lava Jato será um sacrilégio. E aí, pornto, você está sujeito a levar uma chapuletada“. (ouça no vídeo)

 

Os videos aqui apresentados foram filmados pelo editor do blog que assume a responsabilidade pelos erros cometidos, e gentilmente editados pelo nosso companheiro, repoórter fotográfico/editor de vídeos, Américo Vermelho, a quem publicamente agradecemos a ajuda prestada inclusive melhorando o que era possível melhorar.

(*) Os vídeos aqui apresentados foram filmados pelo editor do blog que assume a responsabilidade pelos erros cometidos. Gentilmente foram editados pelo nosso companheiro, repórter fotográfico/editor de vídeos, Américo Vermelho – da Luz e Som, fotografia e vídeos – , a quem publicamente agradecemos a ajuda prestada inclusive melhorando o que era possível melhorar.

50 Comentários

  1. […] do ex-ministro Eugênio Aragão na palestra proferida na Faculdade Nacional de Direito da UFRJ – EXCLUSIVO: Eugênio Aragão analisa criticamente a Lava Jato, suas ilegalidades e o prejuízo à dem… e Eugênio Aragão: “alguém com a legitimidade dos votos tem que dizer, pera aí!” – estavam […]

  2. picia disse:

    me apressei a comentar um post preconceituoso de dias atrás. Depois vejo que o próprio interessado respondeu farta e inteligentemente. Que luxo!!

  3. Fábio José Vieira disse:

    IMPRENSA INTERNACIONAL CONTRA O GOLPE !
    CLARA SITUAÇÃO DE CERCEAMENTO DE DEFESA – Importante conhecer – https://youtu.be/8ZvfXg89n0s https://www.facebook.com/events/489119734627029/?acontext=%7B%22ref%22%3A22%2C%22feed_story_type%22%3A22%2C%22action_history%22%3A%22null%22%7D

  4. Adriana S. disse:

    Dr Aragão,

    Entendemos a faca de dois gumes que o senhor enfrentou no curto espaço de tempo.
    Mas pessoas inocentes e com uma atitude heróica de se opor a uma máfia instalada, estão sendo massacradas por processos disciplinares e inquéritos policiais injustos, que a cúpula do órgão faz tudo de maneira distorcida para proteger os autores dos mais variados ilícitos. Isso se chama favorecimento pessoal no mínimo, não? Talvez co autoria nos ilítos dos demais?
    O fato é que de onde se esperava a justiça e a correição, a coisa piorou muito. Surgiram apurações distorcidas, apurações escondidas em sindicâncias, sindicâncias sigilosas sem fim, nenhum afastamento dos autores dos ilícitos nem por precaução.
    Mas não faltaram medidas e procedimentos aos opositores divulgados aos quatro cantos da sociedade.
    Não faltou a manipulação da imprensa por conta dos autores dos ilícitos em posições privilegiadas.
    Infelizmente quando o senhor chegou a única medida eficaz contra esse sistema seria o enfrentamento, sem diálogo, e exoneração de todas funções de confiança do primeiro escalão. Para doenças sintomas agudos de doenças crônicas, só resta a quarentena e tratamento de choque.
    Caso o senhor volte, faça isso. Se o tempo for curto por causa de novas eleições, faça isso mesmo assim e mande o controle externo do mpf de Brasília investigar tudo.
    Ouça os tais “dissidentes” e corrija esses inquéritos movidos por sentimentos e interesses pessoais.
    Grande abraço!

  5. Paulo peixoto disse:

    Prezado Dr Aragão!!! É uma honra te- lo nesse ambiente democrático proporcionado pelo excelente Marcelo Auler! Tenho certeza que você tomou conhecimento do que ocorre na Polícia Federal….áres democráticos se fazem necessário nessa nobre instituição…tínhamos certeza que você seria responsável por isso! Entretanto, as adversidades interromperam suas ações…saiba que na PF ainda existem pessoas sérias, honradas e que não pactuam com qualquer tipo de ilegalidade ou abuso…especialmente quando praticada por policiais…a intervenção na SR/PR é urgente…temo que a polícia como um todo sofra as consequências pelas ações de meia dúzia de aloprados….grande abraço…feliz por saber que é leitor do Auler!!!

  6. Dilma Coelho disse:

    Não confio, penso que Dilma e Lula deveriam desconfiar, do senhor Eugênio Aragão. Ele se diz amigo do deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), (sumido no momento ???), um dos maiores combatentes da nossa presidenta Dilma Rousseff. Sou do tempo do “diga-me com quem andas e eu te direi quem és”. Não vejo consistência em suas palavras.

    • Eugenio de Aragao disse:

      Prezada Dilma Coelho, conheci Carlos Sampaio em outro contexto, na Câmara dos Deputados, quando Marco Maia era presidente. Participamos de uma comissão para rever os critérios de uso da cota de passagem por deputados. Nosso trabalho foi bem profícuo à época, muito antes do embate eleitoral. Infelizmente, como chefe do jurídico da campanha de Aécio Neves que passou a ser, não o reconheci, parecia outra pessoa, celerada, cheio de bronca, muito diferente daquele Carlos Sampaio centrado e sensato que conhecera antes. Hoje estamos bem distantes, por razões óbvias. Mas não costumo julgar as pessoas por suas paixões. Essas passam e o que sobra é o caráter. Não estou no lugar de julga-lo por esse critério também. Prefiro apenas rejeitar suas atitudes e combatê-las na forma de um honesto debate. Saudações

      • Dilma Coelho disse:

        Primeiramente: FORA, TEMER GOLPISTA FICHA SUJA e quadrilha…
        Olá Sr. Eugênio. Se cometi um engano, peço-lhe desculpas. Também aprovei sua nomeação como Ministro da Justiça, só que, logo em seguida, declarastes tua amizade. Talvez você não a devesses propagar, principalmente em revistas do grupo PIG, sua ligação com tal criatura, o carlos sampaio, considero-o um mau caráter. Espero, se pretendes manter-se leal a esquerda, que sejas coerente. Precisamos ter cuidado com o que falamos, vale para mim. Boa sorte para você. Um grande abraço.
        CUNHA MORREU, TEMER AGONIZA, DILMA RENASCE.

  7. Adriana S. disse:

    Dr Aragão,

    Como o senhor deixou a delegada Tânia Fogaça investigar os colegas de concurso dela, sr Igor Romário, sra Daniele Gossenheimer Rodrigues e sra Erika Mialik?
    São todos do concurso de 2002 para delegado e muito provavelmente ficaram confinados juntos por 4 meses na Academia de Polícia em Brasília, as vezes dormindo no mesmo quarto de alojamento, um vínculo este que pode durar para toda vida.
    Tantos delegados bem antigos e mais experientes espalhados por esse Brasil afora poderiam ter feito essas investigações, que certamente não acabariam com o fim trágico que a dra Tânia Fogaça deu no inquérito 737/15, protegendo o delegado Igor Romário. O Controle Externo do MPF poderia ter investigado.
    O que é interessante é que a eleita para ser a nova diretora geral da PF em lista tríplice, sra Erika Mialik, entrou na PF na condição de sub judice igual seu colega Maurício Moscardi Grillo.

    • Eugenio de Aragao disse:

      Cara Adriana, assumi o MJ no meio de uma crise política aguda. Nela tinha que escolher o combate. Não tinha como, em menos de dois meses, declarar guerra a tudo e a todos. Minha opção foi observar e conversar até firmar meu convencimento sobre a necessidade de mudar. Não cheguei a esse ponto, porque a crise foi mais rápida. Mas não lhe tiro a razão. Quem está de fora consegue ver coisas que dentro do conflito são difíceis de divisar. E quem está dentro também vê coisas de que quem está fora nem desconfia. Importante é ouvir e conversar com transparência. Abraço

  8. Mauro Curi disse:

    Estamos deixando escapar mais uma ótima oportunidade! Chega de paternalismo… Nós somos um país de pobres completos, exceto raríssimas almas endêmicas que ainda pairam pelo país. Não precisamos mais nos orgulhar por vir da lama para que a estória tenha apelo político-dramático, figurino esporte-fino, com final feliz PARA SENSIBILIZAR eleitores pobres financeiramente e ignorantes como eu que acreditam em voto eletrônico virtual e abstrato. Pessoas públicas deveriam ser Ricas por completo, inclusive financeiramente se fizer por merecer, deveriam chegar aos cargos públicos pagos passando pelos melhores testes anti-rábicos que dispomos para que isso garanta o bom desempenho do segmento público. Incluir a formação e educação da pessoa pública junto á escolas federais como obrigatória para o cumprimento do mandato. Pessoas públicas devem ser atendidas, preferencialmente, pelo SUS e ter seus filhos em escolas públicas. Nossa educação é terceirizada por conglomerados formadores de ratos consumidores que correm para as armadilhas de alguns espertos predadores oportunistas, intitulados pensadores. Quando formos todos Ricos plenamente, não precisaremos mais de tanto dinheiro! 2 bi ou 300… nós já temos muito dinheiro graças aos 198.000.000 de ratos trabalhadores. Só precisamos de educação financeira, de ética, de respeito, profissionalismo, orgulho próprio, etc. desde pequeno para crescermos ricos e socializados no exercício do bem comum. Caso contrário, assistiremos esse ciclo vicioso de pobres coitados presos e indiciados, cheios de dinheiro alheio escondido tomando as rédias da manada rumo à ratoeira.

  9. Pedro bastos disse:

    Esse fez falta ao gov. Dilma mas fica uma lição de democracia , transparente e de como o poder judiciário como instrumento de elites conservadoras
    Parabéns dr Aragão infelizmente é um Aragão para centenas gilmares

  10. Homens justos estão cada vez mais raros. Aqui e no mundo. Para muitos, como os coxinhas, pessoas honestas e justas é coisa pra otário. Eis porque a “República das Bananas” se encontra nesse estado em que nos encontramos.

  11. Cândido Naves disse:

    No RJ houve um Delegado Chefe chamado Hélio Luz que lembra muito a postura ética do Dr Aragão; trajes simples, mas um discurso duro e mordaz. Reza a lenda que certa vez discutindo com o então PGJ/RJ lhe teria dito: ” Cuide de seus LADROES de terno italiano que dos meus ladroes Broncos cuido eu”.
    Vendo o pronunciamento de alguns procuradores e juízes e mesmo Delegados atualmente lembro do ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA de Saramago.
    Quem irá nos devolver a luz? Não a leitosa, mas aquela feito detergente que a tudo expõe. E nao esqueçamos que certo Chanceler matou em nome de uma pureza que nos legou marcas profundas.
    Indeléveis!

  12. Sérgio Rodrigues disse:

    Um Sosso é um Sosso!….rssss…Os Hitler não têm vez!…

  13. Luiz Henrique Manoel da Costa disse:

    Eugenio é meu amigo há quase trinta anos; se pudesse ter escolhido meus irmãos certamente Eugenio seria um deles. Sou testemunha de que o lada niva foi adquirido com o intuito de ter um carro robusto para andar pelos matos e cachoeiras, programas dos quais participei em mais de uma ocasião. Não há como negar-lhe o reconhecimento de sua inteligência, cultura, experiência, notável saber jurídico, qualidades que, por si mesmas, já o teriam conduzido ao STF ou a qualquer outro cargo de igual ou superior prestígio e importância. Mas o Eugenio é mais que isso, pai amoroso, filho agradecido, irmão fiel, amigo verdadeiro; homem correto, do tipo que hoje se procura e não se encontra nessa república de canalhas e traidores.

  14. Valquíria disse:

    Dr. Eugênio Aragão,
    Lhe admiro embora não te conheça pessoalmente.
    Admirei mais ainda pelas poucas palavras que disse de sua vida aqui contra uma exposição sem pé nem cabeça de um Procurador contra sua pessoa.
    O que tenho a lhe contar é que a PF se tornou um leviatã atualmente, para quem vê de fora, nas está acompanhando os assuntos. Como pode duas sindicâncias extremamente comprometedoras sobre a conduta dos delegados de Curitiba (aecistas) ser prometida para final de novembro de 2015 e até agora não sair. Certamente deve revelar desvios funcionais de pessoas que deveriam estar demitidas, na cadeia ou ao menos afastadas de suas funções.
    Mas não, ela não saiu, porque essas pessoas que são apelidadas de delegados aecistas deveriam continuar fazendo as mesmas práticas que são especialistas em fazer, ou seja, fazer vazamentos, entrega de delações a políticos, grampos fora do prazo estabelecido pelo juiz, conluios com a imprensa tendenciosa e por ai vai.
    E continuam até hoje impunes e nas mesmas funções, tudo com o aval do chefe maior daquela instituição.
    Foi uma pena o senhor mantê-lo lá com seus companheiros.
    Se algum dia o senhor voltar, saiba que é preciso trocar o escalão todinho e responsabilizar todos que agiram por sentimento ou interesse pessoal.
    O senhor chegou a ver a lambança do inquérito 737/2015? Foi feito para tentar livrar o delegado Igor Romário de denunciação caluniosa contra dezenas de pessoas de bem. Mas quero ver ele se livrar da denunciação caluniosa envolvendo a informação que fez sobre os “dissidentes” perseguindo testemunha da sindicância do delegado Moscardi que mentiu e ele disse que não mentiu.
    Serviço mal feito como esse inquérito deixa buracos e os argumentos rebuscados são de conteúdo pífio. Vai cair tudo e a exma delegada Tânia Fogaça não vai escapar da responsa.
    E a calúnia que esses delegados do Paraná disseram ter sofrido pelo delegado Fantom e agente Dalmey? Essas sindicâncias que o Diretor Geral esconde a sete chaves, para não fazer prova a favor dos dois perseguidos, de que não houve calúnia alguma, mostra como esse dirigente age para beneficiar os delegados paranaenses a qualquer custo, mesmo que tenha que desobedecer a ordem judicial de apronta-las para final de novembro.
    Ninguém mais aguenta esse diretor geral, corregedor geral, coain e cia fazendo o possível e o impossível para esconder esse escândalo ou fazê-lo esquecer na cabeça de quem sofreu por ele.
    Quando o senhor voltar ao MJ, ouça diretamente as vítimas dessa máquina administrativa e puna sem dó quem fez coisa errada, por omissão ou comissão, do menor ao maior.
    Estou segura que esse período de trevas vai acabar no Judiciário em breve.

  15. C.Pimenta disse:

    Se este respeitado Procurador fosse o chefe da PGR ou o Ministro da Justiça há mais tempo, simplesmente não estaríamos sob um Golpe de Estado com um governo ilegítimo fazendo lambanças diárias. Não sou da área do Direito, moro numa cidade do interior e já sabia da importância de Aragão no MP, mas parece que o ex-Presidente Lula e a atual Presidenta Dilma, mesmo com todos os recursos que o governo dispõe, se esmerou na escolha dos piores nomes das listas para o STF e para a PGR. Vi o vídeo de uma palestra dele na Unb e até arquivei o link (abaixo) e também gostaria de ver integralmente o vídeo deste debate na UFRJ. Espero que o golpe seja derrubado no Senado e possamos ver Eugênio Aragão de volta ao MJ e, no futuro, na chefia da PGR.

    http://www.viomundo.com.br/denuncias/ministro-aragao-como-na-tailandia-e-nas-filipinas-dilma-foi-derrubada-pelas-redes-sociais-houve-acao-de-inteligencia-clandestina.html

  16. […] Marcelo Auler gravou e transcreveu trechos da palestra feita por Eugênio Aragão,  procurador da república e ministro da Justiça por breves dias antes da interrupção do mandato de Dilma Rousseff, a alunos e professores da Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ, esta semana. […]

  17. Eugênio de Aragão disse:

    Prezado Juliano, deixa de conversa mole. Comprei meu Lada porque tinha pouco dinheiro e queria um carro robusto para entrar no mato. Curtia viagens por estradas de terra e tomar banho de cachoeira. Isso não tem nada de ideológico. Tinha 3 filhos e não tinha dinheiro para comprar esses “outros modernos carros importados” como Honda Civic. E até hoje minha “frota” doméstica é composta de um Cerato de 8 anos e um HB20. Meus filhos, que são seis, educados no espírito da simplicidade, rodam Celtinhas e um Vectra de mais de 10 anos. E somos todos felizes, bebendo água em copo de requeijão, comendo em prato Duralex e usando talheres Tramontina. Não precisa ser comunista para isso, mas apenas ter o bom senso de saber o que é importante e o que não é importante na vida. No mais, lamento você não me conhecer tanto assim para falar. Somos colegas há 25 anos mais não somos da mesma tribo. Abraço respeitoso.

    • Eugênio de Aragão disse:

      O *mais não somos* foi por conta do corretor e da distração. Claro que aqui leia-se um *mas* adversativo.

    • REJANE disse:

      Parabens Eugenio!
      Voce e um homem sobrio, inteligente e honestissimo.
      Tudo o que precisamos no governo e infelizmente nao temos.

      O que voce colocou foi perfeito.
      Abs

    • Renato disse:

      Tenho orgulho de ter sido aluno do Eugênio Aragão nos “estertores dos anos 90”, na UnB. Ótimo professor, pessoa íntegra. Suas posições de hoje somente confirmam a imagem que sempre tive dele. Reúne todas as credenciais para se tornar Ministro do STF. Pena que os últimos presidentes não tenham se dado conta disso.

    • MICHEL MORENO disse:

      Antológica a sua resposta Eugênio…parabéns!

    • pf pr disse:

      Hahahahahahaha, esse é o nosso verdadeiro Ministro da Justiça.
      Homem, sincero, destemido, fala na cara, e é isso.
      No mistério, na direção geral da PF, nas superintendências, corregedorias, precisamos de pessoas assim, e não de pessoas que se cagam de medo da imprensa.

  18. […] 247 – Por Marcelo Auler, em seu site – Uma seleta plateia de pouco menos de cem pessoas, composta basicamente por alunos e […]

  19. Juliano Baiocchi Villa-Verde de Carvalho disse:

    Conheço o Eugênio há mais de 25 anos, quando ingressei no MPF como Procurador da República em 1989.
    Não concordo com nada do que ele sustenta e acredito que suas posições são inspiradas apenas por suas convicções políticas de extrema esquerda.
    Lembro-me que quando todos os brasileiros queriam comprar Hondas Civics e outros modernos carros importados, no início da abertura das fronteiras brasileiras nos estertedores dos anos 1990, Eugênio fez questão de adquirir um soviético Lada Niva vermelho. E com ele andou por Brasília por vários anos.
    Aqui todo mundo ria desse fetiche e achava que isso era apenas um amor platônico com os regimes comunistas do lado oriental da Europa, onde ele foi educado.
    Ledo engano. A coisa é séria mesmo.

    • Lada x Lama disse:

      Entao me pergunto : Pelo o que são inspiradas as convicções dos procuradores de Curitiba? Combate a corrupção? …realmente TEMER presidente agora acabou a corrupcao. Fiscais da Lei? … realmente delacoes aos quilos em torturas psicológicas articuladas na guantanamo de curitiba, entre outras aberrações juridicas …ou talvez a atividade constitucional de reguladores da atividade policial ? …excelente trabalho, pois quase nao tem crimes fraudes abusos de autoridades assedios na PF do Paraná nessa patifaria toda.

      Francamente, prefiro andar de Lada também.

    • wallyson soares dos anjos disse:

      Um comentário desse nível demonstra o quanto esse MP tem procuradores despreparados.

    • Flics disse:

      Amigo, teu comentário esta perfeito: mostra bem a mentalidade medíocre dos “concursados”… então o homen é comuna porque andava de Lada?…. seria piada mas é bastante sério vindo de alguém que se intitula Procurador da República

      Ah… e o amigo comprou Hondas Civics?…. só curiosidade, viu?…

    • Pedro Henrique N. Rabelo disse:

      Rapaz! Eu, cidadão, tenho vergonha de ser representado por esse sujeito que se diz procurador. Comunismo??????????? A crise não é política nem econômica. Na verdade, é institucional, existencial. Tristeza…

    • Wiseman disse:

      Comentário extremamente deselegante às posições de um colega! Como produtor rural, dono de hotel e anti-petista fanático, realmente o DD. Procurador realmente não poderia concordar com nada do que disse o procurador Aragão. O senhor é da opinião de que foi a “voz do povo” que tirou, por seus “representantes”, o mandato da presidente legitimamente eleita, em nome de “pedaladas fiscais” para atender programas sociais; aquelas mesmas e históricas pedaladas de todos os governos da República, também praticadas e noticiadas, sem qualquer “clamor das ruas”, utilizadas por 17 governadores de todos os estados e partidos, que passaram gostosamente “batidas” pelos inúteis e aparelhados TCE’s e Assembleias Legislativas desse Brasilzão. Foi esse mesmo “povo” que contestou, desde o início, o resultado da eleição e que, em sua maioria, achava que seria o “insuspeito” Aécio (escorraçado mesmo em seus domínios) que assumiria. O mesmo “povo” que vêm elegendo sucessivamente, aqui em São Paulo, catástrofes como Alckmin, Serra, Maluf, Pitta, Kassab, Aloysio et caterva, simplesmente em nome do anti-petismo. O “povo-de-camiseta-da-CBF”, p.ex., de meu bairro classe-média-alta-paulista que silencia, cúmplice, suas caras panelas frente aos descalabros praticados pelos “ético-honestos” tucanos, que magicamente somem dos noticiários tão logo – e quando – noticiados? Estava “ruim com Dilma” e agora ficou flagrantemente pior: era isso que esse “povo” queria mesmo?! Não seria muita ingenuidade política – ou má-fé implícita – achar que algum brasileiro vota em vice, e muito menos em um do quilate de douto e probo Temer, cercado de pilantras, que não consegue nem 100 mil votos em SP? Respeitosamente, é simples assim: o senhor tem um lado, e o Aragão tem outro. Prefiro o do Aragão, com seu “Lada vermelho”…

    • Pedro Lemus disse:

      As risadas desses vermes fúteis, engradeceram ainda mais o grande Eugênio Aragão. Parabéns Ministro, você é um grande exemplo para os brasileiros que ainda acreditam no trabalho, na humildade e na decência. O opostos desses vermes de mentalidade fútil, sem compromisso com nada, que só pensam em ostentar e se exibir.
      PS: Minha irmã te teve com melhor professor na universidade.

    • Marcos Souza disse:

      O hábito de bebericar chá de ayahuasca já diz tudo a respeito da sanidade do procurador !

    • Alexandre Carvalho disse:

      Nossa, que belo argumento!
      Quer dizer então que devemos desconsiderar o que Aragão fala porque ele preferiu comprar um carro russo a um japonês?
      Realmente imagino que ele tenha sido extremamente ridicularizado por você e seus amigos.
      Agora, saiba que se ele tem ideologia de esquerda, você, com certeza, possui a ideologia da direita. São formas de ver o mundo. E não se sinta especial. Todos pensamos que fazemos as escolhas melhores e mais inteligentes.
      Abraço

    • REJANE disse:

      Nunca li coisa mais ridicula. Ele foi educado na Alemanha, que eu saiba, e muito bem educado.

    • MICHEL MORENO disse:

      Que absurdo o seu comentário…Então quer dizer que Aragão não pode preferir um Lada Niva ao invés de um Honda? Estude a história da civilização para compreender a tradição de excelência da Rússia na Arte, na Filosofia, na Ciência e na Religião…A Cultura da Rússia legou a humanidade uma Sabedoria Milenar e isso não é uma questão de ideologia…Aragão para além das preferências políticas mostrou ser muito mais centrado e competente do que fantoches como Sérgio Moro e Gilmar Mendes…

    • Josi Freire disse:

      E daí Juliano, qual é o seu ponto, eu não entendi.
      Explica aí, qual é o problema de ele andar de lada ou ser conunista.
      É proibido?

    • picia disse:

      tudo bem, Aragão é um saudoso dos ideais socialistas e um fetichista ingenuo. Agora, tem uma palavra para rebater as colocações dele na matéria em questão?

  20. advogada disse:

    Eu queria saber porque o Corregedor Geral da PF prometeu o resultado da sindicancia do fumodromo da PF Curitiba e da escuta na cela do preso para o fim de novembro de 2015 e ate hoje as mesmas nao sairam.
    Se houve algum indicio de irregularidade apurada nas sindicancias, por que nao colocou os suspeitos em quarentena?
    Por que nao cobrou o Diretor Geral da PF sobre estas medidas, deixando a PF ser responsavel por derrubar a presidente Dilma, com audios vazados, delacao de Delcidio vazada, delacao de Cervero vazada para Delcidio pelo japones bonzinho, etc?
    O Problema de Aragao foi acreditar no conto do vigario do Diretor Geral da PF e nao colocar pessoas de sua confianca para fiscalizar de perto essas investigacoes da Coain/Coger/Pf, incluindo essa do japones ser suspeito de vazar a delacao de Cervero.
    Por que nao chamou o agente Dalmey Werlang para conversar e saber o que se passou na PF de Curitiba.
    Ele tinha poder sobre a gestao da PF e nao afastou o comando da PF que ajudou com a queda da Presidente por meio de ilegalidades nao apuradas, apuradas com distorcao e ate agora nao divulgadas e sanadas.

  21. Putiteba disse:

    Não teria o vídeo completo da conversa?

    Se tiver, coloque-o disponível. As falas dele são sempre muito interessantes.

  22. João de Paiva disse:

    Prezado Marcelo Auler, prezados leitores,

    Infelizmente não pude comparecer e acompanhar a aula/apresentação/palestra proferida por Eugênio Aragão na UFRJ, pois nesse dia e horário eu estava no trabalho.

    Eugênio Aragão é franco, direto, objetivo, contundente. Ele fala e age como um servidor público digno desse nome. Tivessem o MP e o Judiciário brasileiros mais pessoas com o carácter e a firmeza de Eugênio Aragão, certamente o País não estaria passando por essa gravíssima crise, não apenas político-econômica, mas principalmente institucional.

    Eugênio Aragão vai direto ao ponto, quando expõe o enorme prejuízo econômico, financeiro, político e institucional trazido pela Lava a Jato. Estudos já comprovaram que mais de 2/3 da recessão têm origem nessa operação. As maiores empresas brasileiras estão indo à falência e demitindo milhares de pessoas. Obras de infra-estrutura estão sofrendo atrasos e paralisações devido ao terrorismo da Lava a Jato, que parece feita sob medida para atender interesses geopolíticos e econômicos dos EUA. Em valores monetários, os prejuízos decorrentes da Lava a Jato superam os R$300 bilhões. Ou seja, os propalados R$2 bilhões repatriados em decorrência da operação não representam 1% do prejuízo por ela causado.

    Recentemente assisti a uma fala de Aragão em que ele expõe mais ou menos o que foi dito nesta reportagem. Cheguei a postar o link, junto com um comentário que fiz. Nessa fala Eugênio Aragão aborda também a farsa do mensalão. Isso mesmo, caros leitores! A inclusão de José Genoíno para integrar um suposto quarteto não era embasada em nenhum fato ou prova material; essa plantação foi feita justamente para acusar os quatro líderes petistas de integrarem uma “quadrilha”. Eugênio Aragão diz isso de forma direta, sem firulas, COM TODAS AS LETRAS. O PIG tenta desqualificá-lo, mas na verdade o teme. Aragão relata os desaforos que teve de ouvir de Gilmar Mendes, quando esse militante do PSDB, a contragosto depois da derrota, teve de aprovar as contas da campanha da presidenta Dilma Rousseff.

    Quando puder, vou ouvir essa atual fala de Eugênio Aragão. Caso haja oportunidade futura, pretendo assistir ao vivo.

    Ao Jornalista Marcelo Auler meu agradecimento pelo relevante serviço público que presta aso leitores.

  23. Nana disse:

    Uma pena que Dilma não o escolheu para ser procurador ou ministro da Justiça.É integro e não tem medo de falar.

    • Marcos Souza disse:

      Foi servido um delicioso chá de ayahuasca durante a palestra. Pela notória cara de maluco do brevíssimo ex-ministro da justiça, estavam todos doidões ! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      • Anelise Storck disse:

        Não entendi, desculpa. Estás te referindo à “cara” do ministro?É isso? Talvez , se prestares um pouco mais de atenção no que ele diz, vais ver que não é tão chá de ayahuasca assim. Ele me parece ter uma leitura fundamentada do contexto. Abs.

    • Jacques Noronha Maia disse:

      Boa noite, Nana! Nossa Presidenta escolheu para ministro da justiça, porém, muito tarde!

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