Repeteco na morte na Aduana (PR): “suicídio”.

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Revoltada com o que aconteceu, a população de Foz do Iguaçu programa uma manifestação sábado (04/02) na Ponte Internacional da Amizade.

Revoltada com o que aconteceu, a população de Foz do Iguaçu programa uma manifestação sábado (04/02) na Ponte Internacional da Amizade.

 Marcelo Auler

Revoltada com o que aconteceu, a população de Foz do Iguaçu programa uma manifestação sábado (04/02) na Ponte Internacional da Amizade.

Revoltada com o que aconteceu, a população de Foz do Iguaçu programa uma manifestação sábado (04/02) na Ponte Internacional da Amizade.

É um repeteco do que ocorreu no período da ditadura militar escancarada, plagiando Elio Gaspari, com Vladimir Herzog (outubro de 1975) e Manoel Fiel Filho (janeiro de 1976). Só mudaram a forma. O que antes foi enforcamento, agora seria overdose. A morte de Ademir Gonçalves Costa, de 39 anos, sábado (28/01), na guarita da Receita Federal, na Ponte Internacional da Amizade (PIA), em Foz do Iguaçu (PR), está sendo apontada como suicídio, ainda que não usem esta palavra. Isso, apesar dele ter sido dominado por ao menos seis homens, jogado ao chão e algemado com os braços para trás. Esta versão, como se verifica abaixo, surgiu na voz de um trabalhador na PIA (talvez, vigilante) ao descrever o episódio a outro interlocutor cuja voz não aparece. Pela descrição dos fatos, o falecido seria um verdadeiro contorcionista. Afinal, mesmo dominado e algemado, conseguiu pegar “entre as pernas” (no áudio a expressão é outra) “um papelote de droga”, envolvido em saco plástico, levá-lo à boca, rasgar o saco e engolir a droga e parte do plástico. Diz ainda que o “Receita” (forma como se refere aos servidores da Receita Federal) retirou um pedaço de plástico da boca, para ele não “se afogar” (sic). Confira nestas  partes das transcrições dos áudios:

“… o cara se matou por causa de mulher, bicho. Ele… ele… não tem… ninguém tem culpa lá, a gente só imobilizou ele. E ele estava tendo convulsão dentro da guarita (ininteligível) por causa da droga que ele tava. Ele engoliu, né, cara. Overdose, nego. Ainda até o “Receita” pegou o plastiquinho e tirou da boca dele. Pra ele não se afogar, né? com o plástico (…) e ele se debatendo, assim, sabe? Mesmo algemado, ele resistindo. Então… o cara estava totalmente fora de si, cara? Tava muito louco, muito nervoso, muito agitado (…) Aí, nós imobilizou ele e ele não deixava de jeito nenhum virar ele de barriga pra cima. Ele estava escondendo alguma coisa dentro da cueca, no saco, ali. E era o papelote de droga. Aí nós deixou ele lá na… nós deixou ele lá na … na guarita e ele deu um jeitinho, mesmo algemado, de pegar o papelote que estava no saco dele e colocou na boca e engoliu, porra. Daí o plástico ele cuspiu assim, o plástico, estava se afogando com o plástico”.(sic)

Esta versão poderia ser até desconsiderada, uma vez que o áudio não tem identificação. O Blog conhece quem a enviou. E nele confia plenamente. Mas desconhecemos como este áudio surgiu. De qualquer forma, não parece forjado. Porém, a versão acima ganha verossimilhança quando a própria Receita Federal de Foz do Iguaçu a assumiu em nota divulgada pelo site MassaNews, que vem fazendo exemplar cobertura deste caso totalmente esquecido e ignorado pela chamada grande mídia corporativa do “Sul Maravilha” (agora, plagiando Henfil). Ao admitir que a vítima expeliu um plástico, a Nota da Receita encampa a versão – por mais absurda que ela possa parecer na narração do áudio a que tivemos acesso e que reproduzimos mais abaixo para os leitores ouvirem. Já a nota diz:

Por causa de seu estado alterado foi realizado um primeiro acionamento do Samu. Enquanto aguardava, o homem passou para um quadro de convulsão tendo expelido sangue e um pedaço de plástico pela boca. Novamente o Samu foi acionado tendo sido relatada a mudança de quadro agressivo para de convulsão“.

Quem estava na AduanaPopulação se mobiliza - Na segunda-feira (30/01), ao postarmos a primeira reportagem sobre o caso -A estranha morte na Aduana – reproduzimos o vídeo acima que mostra Ademir dominado por, pelo menos, três servidores da Receita Federal (o número pode ser maior) sendo observados por três vigilantes. No canto esquerdo da foto, de jaleco amarelo, o mototaxista que conduzia a vítima. Esta, esta deita ao chão, de barriga para baixo, mas pelo filme não se pode dizer que seria difícil aqueles seis homens o mudarem de posição. Tanto que depois eles o conduziram para a “guarita”. A ilustração indica a posição de cada um.

A morte de Ademir mobilizou dois tradicionais grupos de defesa dos Direitos Humanos na cidade. O mais antigo deles, Centro de Direitos Humanos e Memória Popular de Foz do Iguaçu, em nota oficial promete acompanhar o desenrolar das investigações e levar esse caso aos organismos nacionais e internacionais. Outro a se manifestar, como consta dos comentários da primeira reportagem postada aqui no Blog (30/01) foi o presidente do Grupo Tortura Nunca Mais de Foz do Iguaçu, Aluízio Palmar. O GTNM diz:

O Grupo Tortura Nunca Mais de Foz do Iguaçu torna pública sua mais veemente indignação e repudio contra a tortura que resultou em morte sofrida pelo trabalhador Ademir Gonçalves Costa.

Os fatos de amplo conhecimento da população de Foz do Iguaçu revelam que Ademir foi detido para averiguação na Ponte Internacional da Amizade (Ponte que liga o Brasil ao Paraguai) no último dia 28 de janeiro, tendo sido vítima de tortura seguida de morte.

A tortura é um das mais graves violações dos direitos humanos e o Brasil tem um duplo compromisso com a erradicação da tortura.

Primeiro, a Constituição de 1988 determina que ninguém será submetido à tortura ou tratamento degradante ou desumano, e que a tortura é inafiançável.

Segundo, o Estado brasileiro é signatário dos instrumentos internacionais de proteção dos direitos humanos relativos à tortura.

Tendo em vista o exposto, o Grupo Tortura Nunca Mais de Foz do Iguaçu, comunica que está encaminhando denúncia sobre o ocorrido para o Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura (MNPCT), de acordo com a Lei nº 12.847, sancionada no dia 2 de agosto de 2013.

Comunicamos ainda que estamos vigilantes e aguardando as devidas providências das autoridades para que os responsáveis por esse crime sejam levados à Justiça. Foz do Iguaçu, 30 de janeiro de 2017.

Nota do Centro de Defesa dos Direitos Humanos e Memória Popular de Foz do Iguaçu

Principal testemunha – O vídeo rapidamente chegou às redes sociais e foi noticiado pelas mídias da região.  Mas não mobilizou a chamada grande imprensa. O crime chocou e vem mobilizando a população de Foz do Iguaçu e da Cidade del Leste, no Paraguai (PY). Para a manhã de sábado (04/02) está sendo convocada uma manifestação em prol da Justiça para a morte de Ademir. Será às 07hs na Ponte Internacional da Amizade. Também no Face Book surgiram manifestações revoltadas e cobranças das autoridades. Conforme o número de adesões à manifestação, é possível que fechem a ponte, pelo menos por algum tempo. A repercussão do caso já fez com que um dos grandes escritórios de advocacia criminal de Curitiba se oferecesse, “pro Bono” (isso é, gratuitamente, a favor da sociedade) ajudar no caso, segundo informou Palmar.
A Polícia Federal instaurou um Inquérito, mas uma investigação paralela vem sendo feita pelo procurador da República Daniel de Jesus Souza Santos. Segundo informações do advogado Almir José dos Santos, contratado pela viúva, Thaís Claro Goulart, o procurador já marcou data para ouvir aquela que pode ser a principal testemunha do caso: o piloto da mototáxi que transportava Ademir do Paraguai para Foz do Iguaçu, quando ele foi parado na Ponte da Amizade. Nossas tentativas de falar com Souza Santos não geraram resultado.

Este piloto, que aparece na foto, cujo nome vem sendo guardado para evitar que sofra pressões, a tudo assistiu, Segundo o advogado, sua versão não coincide com a versão dos servidores da Receita Federal. Menos ainda com esta que foi narrada nos áudios. Quem conhece Ademir, garante que ele jamais se envolveu com drogas.

Uma conversa de Zap com alguém de Foz do Iguaçu que foi repassada ao Blog. Falam da morte natural e de que estariam pensando em relacionar a vítima ao consumo de drogas;

Uma conversa de Zap com alguém de Foz do Iguaçu que foi repassada ao Blog. Falam da morte natural e de que estariam pensando em relacionar a vítima ao consumo de drogas;

Causa morte desconhecida - Embora não tenha saído ainda um laudo de necropsia conclusivo – o que depende de exames laboratoriais a cargo do Instituto de Criminalística da Polícia Federal em Curitiba – o advogado Almir garante que no IML não encontraram qualquer vestígio de drogas no corpo do rapaz. Isso contradiz a versão apresentada nos áudios.

Para enterrarem Ademir, na falta do laudo, a Prefeitura da cidade fez uma Guia de Funeral – que está no seu site como acontece com todos os registros de óbito. Nela, a versão relatada por Adriana da Silva, que estranhamente foi registrada como esposa, fala em “morte violenta e envenenamento”. Não há referência a drogas.

Muito citado pela imprensa local e nos debates no Face Book, tal documento não tem valor judicial.

Mas, vale recordar que no domingo à tarde, quando recebemos as primeiras informações do caso, nos enviaram uma conversa no WhatsApp, onde consta que já “armavam” – nas palavras da nossa fonte – a versão da ingestão de drogas pelo morto: “Aí já tão falando que tinha droga no estômago“. (veja ilustração ao lado).

Através do Messenger, Thais relatou ao Blog que não é verdade que o casal estava brigado, como narra o áudio..

“Nós tínhamos brigado na segunda e na quarta já fizemos as pazes , tanto é que quando ele saiu de casa pra ir no Py eu estava com ele, nos estávamos em casa dormindo (…) Eu ouvi um áudio em que alguém fala sobre isso, mas acontece que nos não estávamos mais separados, já tínhamos reatado nosso relacionamento. Ficamos apenas dois dias separados.”
Há outra informação que desmente a versão apresentada nos áudios. Ela foi levantada pela repórter Samara Rosemberg, do MassaNews e consta da reportagem “Cruzamento de dados aponta acionamento do Samu após morte de Ademir; entenda:”
Ademir e Thaís: "nós tínhamos brigado na segunda-feira e na quarta já fizemos as pazes", disse Thqaís ao Blog. Reprodução do Face Book.

Ademir e Thaís: “nós tínhamos brigado na segunda-feira e na quarta já fizemos as pazes”, disse Thqaís ao Blog. Reprodução do Face Book.

De acordo com o obituário disponibilizado no site oficial da Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu, o horário da morte de Ademir foi às 17h30.  (…) A reportagem entrou em contato com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O coordenador do Samu, enfermeiro Marcelo Leite, informou, pelo telefone, que a central solicitou o deslocamento da ambulância à aduana às 19h. Uma ambulância que estava no Porto Meira se deslocou até a Ponte, aonde chegou por volta das 19h06. Ao telefone, o solicitante informou ao Samu que uma vítima sofria surto psicótico e precisava de atendimento. Ainda conforme Leite, a equipe de primeiros socorros tentou reanimar a vítima, que sofreu parada cardiorrespiratória e morreu. O Samu possui a gravação telefônica, mas não pode disponibilizá-la para a imprensa”.

Nos áudios, como se verá abaixo, o tal servidor fala que chamaram logo a ambulância e que a demora dela, por mais de meia hora, ajudou a causar a morte de Ademir: “tava demorando a ambulância pra vim. Sabadão, né, bicho?.  Tinha ido atender outra coisa. (…) porque eu fiquei lá, depois da situação, que começou a situação, meia hora depois do  horário de eu sair, a ambulância não tinha chegado ainda, mano. Então, foi também por falta da demora da ambulância”. (sic)

Já a nota da Receita Federal fala que o SAMU foi acionado duas vezes, enquanto o coordenador do serviço faz referência a uma única chamada.

Em mais uma contradição do caso, na Guia de Funeral 28.301, emitida pela prefeitura – a mesma que fala em morte violenta e envenenamento – consta a morte como tendo ocorrida às 17;30:01. Já o atestado de óbito, emitido pelo Cartório do Registro Civil de Pessoas Naturais, daquela cidade a morte teria ocorrido às 20h 00mm. Isto conta da mesma reportagem de Samara Rosemberg.

Por fim, os áudios não se referem às diversas marcas e ferimentos que o corpo de Ademir apresentava, como mostramos, em pequenos detalhes or serem fotos chocantes, na reportagem A estranha morte na Aduana. São marcas, por exemplo, nos lábios, nariz e até uma mancha preta na testa, que segundo informaram ao Blog, pode ser resultante de choques elétricos. As pernas também apresentavam hematomas, assim como por todo o corpo havia uma cor arroxeada, típica de alergia. E segundo Thaís, seu companheiro era alérgico a muitas coisas, inclusive gás de pimenta. Não há uma única citação a estes ferimentos.

ABAIXO JUNTO COM OS ÁUDIOS, REPRODUZIMOS SUAS TRANSCRIÇÕES:

Primeira gravação -Você viu a loura bonita do cara. Por isso… o cara se matou por causa de mulher, bicho. Ele… ele… não tem… ninguém tem culpa lá, a gente só imobilizou ele. E ele estava tendo convulsão dentro da guarita (ininteligível) por causa da droga que ele tava. Ele engoliu, né, cara. Overdose, nego. Ainda até o “Receita” pegou o plastiquinho e tirou da boca dele. Pra ele não se afogar, né? com o plástico. Ai o “Receita” falou “tá aí a merda feita, olha ai a merda. Só que dava … tava demorando a ambulância pra vim. Sabadão, né, bicho?.  Tinha ido atender outra coisa. Demorou também pela falta de… porque eu fiquei lá, depois da situação, que começou a situação, meia hora depois do  horário de eu sair, a ambulância não tinha chegado ainda, mano. Então, foi também por falta da demora da ambulância“… (sic)

Segunda gravação -(…) Não, ele tava com… ele falou que tava,,, que tinha brigado feio com a namorada, que tinha terminado um namoro de cinco anos, e… que tava muito mal… Aí o “Receita” falou, você tem que ser homem, rapaz. Você tem…, você vai arrumar outra namorada, fica tranquilo, fica calmo, e ele se debatendo, assim, sabe? Mesmo algemado, ele resistindo. Então… o cara estava totalmente fora de si, cara? Tava muito louco, muito nervoso, muito agitado. (sic)

Terceira gravação – “(…) Bom, ele já veio lá do Paraguai loucão. Porque ele pulou no Receita, quando ele foi abordado. Pulou já… tentando luta corporal, aí fomos ajudar o “Receita”, não é cara? O cara pulou no cara. Aí, nós imobilizou ele e ele não deixava de jeito nenhum virar ele de  barriga pra cima. Ele estava escondendo alguma coisa dentro da cueca, no saco, ali. E era o papelote de droga. Aí nós deixou ele lá na… nós deixou ele lá na … na guarita e ele deu um jeitinho, mesmo algemado, de pegar o papelote que estava no saco dele e colocou na boca e engoliu, porra. Daí o plástico ele cuspiu assim, o plástico, estava se afogando com o plástico, a gente tirou o plástico da boca dele e … aí o “Receita” falou, olha aí a merda que ele fez. Taí a merda. O cara engoliu, né? (sic)

Apoio:

Advocacia Eny Moreira

4 Comentários

  1. Sergio Domingos Vieira disse:

    Gostaria de parabenizar o Marcelo por levantar um caso extremamente tenebroso. É necessário punir os responsáveis pela morte deste rapaz. É um versão absurda que nos lembra muito a ditadura militar quando “inventavam” suicídios para justificarem as mortes cometidas nos porões. É o que aconteceu na Aduana (PR). Este rapaz foi assassinado. Todos os indícios levam a isso. Marcelo, por favor, continue levantando este caso que não aparece na mídia corporativista e nojenta.

  2. João de Paiva disse:

    Prezado Marcelo Auler, prezados leitores.

    Não se pode compactuar com os criminosos de Estado. É evidente que Ademir Gonçalves da Costa foi torturado e assassinado pelos agentes da RFB. Mas nas ditaduras os criminosos de Estado, além de praticarem essas atrocidades, são covardes: eles inventam desculpas esfarrapadas e versões inverossímeis, para encobrir as torturas e assassinatos cometidos. Foi assim com Vladimir Herzog e centenas (talvez milhares) de brasileiros no sombrio período 1964-1985; é assim agora, quando já estamos num Estado Fascista de Exceção, estágio que antecede uma ditadura aberta. Se no golpe de 1964 eram as três FFAA federais que tomavam a linha de frente, no atual são as PMs, a PF, o MP, o PJ e, com esse caso, a RFB as instituições estatais que formam o aparato de força, repressor, opressor, torturador e assassino do Estado.

    Alguns, tomados pelo ódio nazifascista disseminado pelo PIG/PPG, se põem a defender criminosos de Estado, alegando que Ademir tivesse cometido crimes como descaminho e contrabando. Independentemente do fato de Ademir Gonçalves da Costa ter cometido algum crime, NADA justifica a tortura e assassinato dele por parte de agentes da RFB. Quando autoridades da prefeitura e da RFB publicam notas com informações que contradizem o que o IML e o SAMU registraram é sinal de que alguma das partes está forjando uma ‘versão oficial ‘, culpando a vítima e livrando a barra dos agentes do Estado (no caso da Receita Federal) que cometeram o crime.

    Ainda Bem que a Rede Massa e este blog estão desmascarando as versões fraudulentas que a RFB e a prefeitura de Foz do Iguaçu tentam plantar como verdadeiras. O silêncio cúmplice e criminoso dos grandes veículos de mídia, a começar pelos da famiglia Marinho mostra que o PIG/PPV, assim como as quadrilhas políticas e ORCRIMs institucionais encasteladas na burocracia do Estado, estão envolvidos até a medula em todo esse golpe de Estado e nos crimes a ele conexos.

  3. José Flávio de Assis disse:

    está implantada nova ditadura

    os fatos se repetem ,a polícia tortura e mata ,as autoridades dão uma versão falsa ,a mídia corporativa se omite,e certamente quando der conta de que o fato se espalhou vai dar uma pequena nota para se esquivar ,e logo abraçam o caso .
    as pessoas escolhidas para os cargos estratégicos são exactamente para dar tranquilidade em casos como este é salvaguardar os criminosos,é o estado opressor .
    queria ver esses funcionários da receita cuidarem do caso do helicoca do Aécio ,aposto que iam ficar mancinhos , tempos sombrios se aproximam …

    • Sergio Domingos Vieira disse:

      Parabéns pelo comentário. Você está correto. Vivemos tempos sombrios e necessitamos nos mobilizar. Se não, seremos engulidos por este sistema absurdo e opressor implantado no Brasil.

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